Gin: entenda por que essa virou a bebida do momento

Nunca experimentei Gin, mas gostei tanto desse texto que agora estou louca para provar! Adorei saber mais sobre esta bebida.

Texto retirado do site do Pão de Açucar

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Se você curte tomar um bom drink para descontrair durante um encontro com a família ou amigos, ou para relaxar após uma longa jornada de trabalho, provavelmente já deve ter ouvido falar do novo queridinho dos bartenders: o Gin.

Apesar de ser considerada uma das bebidas destiladas mais antigas fabricadas pelo homem, o Gin reapareceu nos cardápios de drinks de bares e restaurantes de todo o Brasil como a opção favorita para quem quer provar algo clássico, mas diferente. Mas por que o Gin voltou a ser, novamente, o centro das atenções quando o assunto é drink?

O Gin nasceu para ser um remédio

Para entender melhor o sucesso do Gin, é interessante explorar um pouco a sua origem e, principalmente, o como essa bebida foi desenvolvida.  A primeira receita da bebida, criada no século XVII na Holanda, foi desenvolvida para ser uma formulação alternativa aos medicamentos diuréticos, utilizados para tratar doenças renais. Seu ingrediente principal, o Zimbro, é uma fruta conhecida por seus benefícios ao sistema renal mas que, na forma de medicamento, não resultou em grandes vantagens para os pacientes. O sabor aromático do Gin, entretanto, conquistou muitos paladares, permitindo sua popularização como uma bebida alcoólica.

Mesmo sendo criado na Holanda, o Gin só se tornou popular quando chegou à Inglaterra e ganhou mais qualidade na sua produção. Os ingleses, portanto, foram os responsáveis por criar as melhores formulações da bebida que conhecemos até hoje, com sabores e aromas característicos. A fórmula que é engarrafada e distribuída em todo o mundo leva, além do zimbro, algumas ervas e temperos como o milho, a cevada, a canela, o centeio, o coentro e o cardamomo.

A sofisticação é o motivo do sucesso

Apesar de ter sido uma bebida de grande sucesso na década de 80, o Gin caiu em ostracismo com a chegada dos anos 90 e 2000 e a busca por bebidas mais práticas e prontas para beber. O que trouxe esse clássico de volta para as prateleiras de todo o país – e também no mundo – foi exatamente a sua sofisticação, que fez com que a geração de 90 abandonasse a bebida.

Por volta de 2007, os renomados chefs de cozinha europeus optavam por finalizar sua jornada de trabalho em dias muito quentes com uma grande taça de Gin Tônica com bastante gelo. Ao encontrarem a forma perfeita de saborear essa bebida, devolveram algumas receitas ao cardápio de drinks e o sucesso foi instantâneo.

Quem acredita ser fácil preparar uma boa taça de Gin Tônica, por exemplo, não sabe que existem regras e técnicas específicas para montar um bom cocktail. O mesmo acontece com outros drinks derivados conhecidos da bebida, como o Negroni. Como são saborosos e marcantes, o desafio de se encontrar um bom drink com Gin se tornou tão empolgante quanto tomar uma boa cerveja ou uma taça de vinho especial.

Existem Gins com estilos e sabores diferentes

O Gin é uma bebida que tem como base a fermentação de cereais e alguns produtos destilados, entretanto, os fabricantes costumam fazer suas próprias alterações nas receitas, que permitem a criação de estilos completamente diferentes. Em resumo, o sabor dessa bebida depende diretamente da quantidade de zimbro, ervas, cereais, especiarias e sementes adicionadas à receita do fabricante. Separamos alguns exemplos abaixo:

  • Clássico: é seco e com sabor predominante do zimbro. Apresenta toques cítricos e picantes.
  • Cítrico: seu sabor tem notas de laranja, tangerina, limão ou grapefruit.
  • Aromático: a presença das especiarias é bem forte. Pode ter notas de canela, coentro, cardamomo e noz-moscada.
  • Herbal: o forte dessa receita é o sabor de ervas como o tomilho, a hortelã, o alecrim e o manjericão.
  • Floral: desenvolvido com aromas de flores e frutos como a flor de uva verde, o cassis, a violeta e o jasmin.

Receitas clássicas e imperdíveis

Para aproveitar o melhor do Gin, nada mais apropriado do que saborear suas receitas clássicas e que tornaram essa bebida um ícone da coquetelaria moderna. Separamos abaixo três das nossas receitas favoritas com essa bebida:

Gin Tônica

Sirva, no copo com gelo, os 50mL de Gin e complete a bebida com a tônica. Finalize com o twist de limão siciliano, sem esmagá-lo para não alterar o sabor.

Cosmopolitan

Coloque todos os ingredientes em uma coqueteleira, agite bem e sirva em uma taça de Martini sem gelo (se desejar deixe a taça resfriar alguns minutos antes na geladeira).

Negroni

  • 50mL de Gin
  • 50mL de vermute (preferencialmente rosé)
  • 50mL de Bitter

Em um copo de whisky com gelo adicione os ingredientes e mexa delicadamente com o auxílio de uma colher para drinks. Adicione mais gelo ao final, se desejar.

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Terrorismo Nutricional

Achei esse texto muito e bom e resolvi compartilhar, com certeza pode ajudar muita gente a rever conceitos em relação a dietas e outras coisas mais:

A notícia é velha mas vale a pena ler.

Emagrecer sem dieta, sem cortar grupos alimentares e “celebrando a comida sem medo e sem culpa”. Parece sonho, mas é o que defende a nutricionista. Para Sophie Deram, dietas só engordam a longo prazo

Foto: Divulgação
Sophie Deram não é uma nutricionista convencional. Para começar, ela é contra dietas. Para essa francesa e brasileira, doutora em Endocrinologia pela Faculdade de Medicina da USP, dietas restritivas só estressam o corpo e fazem o cérebro alterar o metabolismo e o apetite, fazendo você engordar ainda mais a longo prazo. Especialista em obesidade infantil e transtornos alimentares, Sophie, que também é chefe de cozinha, estuda neurociência e nutrigenômica – a ciência que mostra como os alimentos “conversam” com nossos genes. Ela defende uma forma libertadora de lidar com a comida: o “comer consciente”, que permite ter saúde e peso estável tendo prazer à mesa e comendo de tudo – até mesmo doces e fast food!

A senhora é uma nutricionista contra dietas?
Eu sou muito contra dieta (risos). E quanto mais eu estudo, mais fico contra. Uma das coisas que mais assusta e estressa o cérebro é fazer uma dieta muito restritiva. O cérebro a percebe como um grande perigo e vai desenvolver mecanismos de adaptação. Ele vai aumentar o seu apetite, diminuir seu metabolismo e deixar você mais obcecado por alimento.

É por isso que tantos voltam a engordar?
A curto prazo, a dieta vai funcionar. Só que o cérebro vai desenvolver mecanismos de adaptação, vai ‘ligar’ os genes do apetite e do armazenamento de gordura. A ciência mostra que 90% a 95% das pessoas que fazem uma dieta muito restritiva voltam a engordar, não só tudo de novo, mas ainda mais. Pelo menos 30% de quem faz dieta engorda mais do que perdeu com ela. O interessante é que, depois de uma dieta, o apetite de uma pessoa aumenta por até um ano após ela ter voltado a comer normalmente. E o risco de desenvolver compulsão é até 18 vezes maior depois de uma dieta restritiva. Os maiores transtornos alimentares (como bulimia e anorexia) que a gente trata começaram com uma dieta.

Então, qual a solução?
Primeiro, não enxergar o peso como a causa do problema, para não trabalhar só sobre a consequência. É preciso entender porque você engordou. Pode ser emocional, por fazer dieta, por comer de maneira não muito saudável, pode ser um medicamento que você está tomando ou uma fase de vida – a menopausa e pré-menopausa, por exemplo, são momentos muito sensíveis para a mulher.

O que é o “terrorismo nutricional” que a senhora afirma que vivemos?
Hoje estamos focando no alimento de um jeito muito simplificado: ou o alimento é bom ou é ruim. Esse engorda e aquele emagrece. Não existe isso. Nenhum alimento por si só vai fazer engordar ou emagrecer. Quando você só foca nas calorias e nos alimentos, você esquece de escutar o seu corpo. Você não responde mais à fome ou à saciedade. Você só responde com terrorismo ao que você está comendo. Comer vira uma coisa estressante. E uma culpa.

Dá para acabar com essa culpa?
Uma das coisas que eu trabalho muito no consultório é recuperar a sensação de fome e saciedade e o comer sem culpa. Nosso corpo é totalmente habituado a todo tipo de alimento. Claro que algumas pessoas têm problemas ou alergias, e isso tem que ser tratado. Mas colocar uma população inteira sem açúcar, sem glúten ou sem lactose é uma loucura! O terrorismo é esse: cada vez mais as pessoas não sabem o que comer. Acham que controlando o que elas estão comendo vão emagrecer. Na verdade, estão cada vez mais estressadas e com maior risco de ganho de peso.

Mas há dietas restritivas famosas que cortam glúten ou proteína e dão certo. Também não são recomendadas?
Para uma pessoa que tem doença celíaca, eu vou recomendar uma dieta sem glúten. Mas para uma pessoa que está bem, só porque ela quer perder peso, isso afeta muito a sua relação com os alimentos. Vira um inferno. Tirar o glúten é uma coisa muito difícil, muito estressante. Claro que a pessoa vai perder peso, e é por isso que está na moda. Só que, infelizmente, isso só aumenta aquele terrorismo nutricional. Em geral, cortar um grupo alimentar não é adequado. Somos onívoros, ou seja, animais que comem de tudo. Quando você corta um grupo alimentar, você assusta o seu corpo. Ele vai desenvolver adaptações que podem fazer você engodar mais a longo prazo.

Por que é tão importante acabar com essa culpa ao comer?
Quando você está com muita culpa, sofrendo muito terrorismo nutricional, você pode engordar, porque está estressado, em desequilíbrio diante da alimentação. Isso pode afetar o cérebro e “ligar” genes que vão fazer você engordar mais. Mas é bom lembrar que tem obesos que comem superbem. É bom não fazer discriminação. Pode ser um estresse na vida que aciona um mecanismo de proteção. A gordura era uma proteção contra a falta de alimentos e o nosso cérebro ainda pensa assim. Se você estressa muito o seu corpo, se fica sem comer, se corta carboidrato, ele reage aumentando a produção de gordura. Quando você está comendo com prazer, sem culpa, você come menos porque vai ficar satisfeito e não engole a comida. E também vai ter uma digestão diferente do que se comer com rapidez, com culpa, com estresse.

A senhora é contra os produtos light e diet?
Não sou contra. O que eu acho importante é mostrar que eles não são necessariamente interessantes para emagrecer. Para fazer produtos light e diet, a indústria fez uma troca. Tiraram parte da gordura, o que deixa ele sem gosto, e colocaram carboidratos. Açúcar, amido modificado, xarope de açúcar, todos esses carboidratos, dão bastante prazer no cérebro. A gordura tem 9 calorias por grama, mas o açúcar só 4. Então, o produto fica com menos calorias, mas não necessariamente mais interessante do ponto de vista da saciedade. E também pode ter um efeito diferente no metabolismo.

Então seria melhor comer algo que você goste em porções menores?
Na dúvida, o é melhor pegar o alimento mais ‘in natura’ possível. Não estou dizendo orgânico, estou dizendo mais natural. Em vez de comer o iogurte light ou diet de morango, por exemplo, a opção que eu acho mais saudável seria o iogurte natural junto com o morango e um pouquinho de açúcar. É um alimento mais verdadeiro.

Mas como, então, emagrecer?
Primeiro, é preciso ter excesso de peso e nem todo mundo tem. Pessoas que estão com peso saudável e que querem emagrecer mais vão assustar o corpo. Essa preocupação de emagrecer é muito exagerada hoje. As pessoas estão muito focadas nisso. É “bom dia, você emagreceu” ou “você engordou”. Antes se falava do tempo! Uma pena. Mas uma pessoa que tem sobrepeso precisa saber que não há uma solução só. As dietas hoje dão a mesma solução para todo mundo. Isso não dá certo. Cada um tem um metabolismo, uma história, uma razão diferente para o sobrepeso. Mas uma dica interessante é essa: comer mais alimentos verdadeiros.

Ou seja, menos industrializado.
Isso, menos industrializados. E não estou dizendo que sou contra alimentos industrializados. Sou engenheira agrônoma, trabalhei em indústria, e acho que eles ajudam muito no dia a dia. Mas, quando puder, cozinhe, prepare o prato em casa, coma alimentos que vêm da natureza e tente evitar essa preocupação de dieta. Isso está fazendo com que ninguém coma junto. Sei de pessoas que levam marmita para eventos sociais. A gente está cada vez mais com esse terrorismo da nutrição. Se você volta a comer alimentos verdadeiros, para os quais a gente foi adaptado, você não deveria ter essa preocupação de calorias, de engordar. O que você deveria ter é uma consciência maior de como está se sentindo. Estou com fome? Vou comer. Estou sem fome? Vou parar de comer! Alguém que está respondendo bem a essas perguntas chega a um peso saudável. É o que em inglês se chama “mindful eating”, o comer consciente. É um bom jeito de emagrecer de maneira suave e para a vida inteira.

O comportamento alimentar é tão importante quanto o que se come?
O “mindful eating” é totalmente isso. Pesquisas com crianças mostram que se você cuidar mais do ambiente, sem falar do que ela está comendo, ela vai ter menos risco de engordar. Não é só o que você come. É também como você está comendo. Ter um comportamento adequado à fome é comer de maneira consciente. E se, ainda, você consegue comer com prazer e sem culpa, você será supersaudável. E comer com prazer não é comer com gula. É diferente. Não é liberar tudo. É comer devagar, o alimento que você gosta, saboreando e sem estresse.

Comer fora é mais difícil…
Na rua, a tentação é grande. Então também temos que comer devagar para perceber quando estamos satisfeitos. E quando isso acontecer antes do fim do prato, não precisa comer a porção inteira. Escute o corpo. Não é só porque está pagando um preço fixo, numa churrascaria, que você tem que se entupir de comida. Aproveite o momento com os amigos, converse, sinta o alimento. Não existe nenhum alimento ruim. O que existe são alimentos mais interessantes do que outros.

Hoje, muita gente se diz viciada em doces e fast food. Como elas podem comer de forma mais saudável?
Primeiro, se conscientizar de que esse vício é real. Esses alimentos focam no nosso cérebro e podem viciar mesmo. Mas é possível mudar. Não fazendo dieta restritiva. O que eu aconselho é incluir, cada vez mais, alimentos verdadeiros. Eu nunca retiro alimentos de ninguém porque isso é muito frustrante. O que trabalho é uma atitude positiva. Pode comer de tudo, mas inclua mais legumes, mais arroz, mais feijão. Tome mais água, evite o excesso de bebidas doces, tanto refrigerantes quanto sucos. E aí a pessoa, sozinha, consegue se livrar desse vício. Tenho pacientes adolescentes que saíram da obesidade sem deixar de ir ao Mc Donald’s com os amigos. Isso faz parte da vida do adolescente. É um erro tirar isso dele. Mas quando você inclui os alimentos verdadeiros, automaticamente, você vai comer menos dos outros.

Cozinhar

Nunca me achei uma pessoa que soubesse cozinhar.

Lá em casa a minha irmã era a prendada, vivia inventando mil e uma coisas pra fazer, queria ajudar a minha mãe a fazer bolo, e eu só queria saber de comer! Até pouco tempo atrás eu achava que não sabia, na verdade era mais questão de hábito e outra né.. eu odeio lavar a louça, então pra que sujar? Tomei gosto de fazer bolacha e até pão de mel uns tempos atrás. Até fiz as lembrancinhas de um aniversário, eram mini pães de mel cobertos de chocolate. Também fiz cupcakes do chá de bebê da minha prima, e do primeiro aniversário da bb. Foi meio que nesse período que comecei a gostar de cozinhar…acho que quando as coisas dão certo, você tem vontade de cozinhar. Eu gosto de seguir a receita, mas tem coisas que eu faço de cabeça também.

Eu adoro ver programa de culinária, e a top master chef de todas é a Palmirinha.. adoro aquela fofa! Mas tem horas que assistir ao programa dela é difícil… Hoje em dia eu vejo o que estiver passando, mas vamos combinar que a Rita Lobo tem um super dom de fazer as coisas, não sei explicar, é linda, é fofa, é carismática.. e boa cozinheira! Aí um dia, resolvi folhear o livro Cozinha Prática, gente que demais! Com certeza o livro era pra mim. Faço risoto mas nunca fiz um arroz ou um feijão..kkk

Pedi de presente de natal, e aí acabei ganhando 2! eheheheh

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Aí quando fui trocar o livro, me deparei com esse aqui e pirei:

 

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Eu não conhecia! Pirei na hora! E depois descobri que o livro é nacional, melhor ainda!

Amei muito!

Filmes

Mudando de água para o vinho…

semana passada fui numa locadora de filmes que está se desfazendo do acervo para venda do imóvel. Veja o post aqui

E comprei uns filmes “clássicos” e até desconhecidos por mim:
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1 – O bebê de Rosemary, mais que clássico esse, não vi inteiro ainda, somente algumas partes, portanto é como se não tivesse visto.

2- Histórias Extraordinárias, deve ser bom.. não conhecia, são contos do Edgar Allan Poe adaptados e dirigidos pelo Fellini.

3 – Millennium 3, a terceira parte da trilogia do Stieg LArsson, versão sueca.. to curiosa, ainda não vi nenhum.

4 – O Estranho Mundo de Jack, esse também não é tão velho, mas nunca cheguei a ver.

Eu foquei em adquirir os filmes que já não se encontram tão fácil assim, por aí. Creio que fiz boas escolhas 🙂

Alguém tem filmes bacanas pra indicar?

Sopa de abóbora

Sopa definitivamente sempre cai bem. Aqui em São Paulo deu uma esfriadinha aí eu descongelei a sopa de abóbora que eu tinha feito. Eu meio que faço a receita a olho. Eu compro as coisas já cortadas. Então eu usei:
duas bandejas de abóbora
batata doce
Mandioquinha (batata baroa)
Pedaços de gengibre
Cebola e temperos
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Cozinho tudo e quando está tudo mole desligo (minha panela de pressão tá ruim), deixo amornar e bato com o mixer, dentro da panela mesmo. Coisa de gente preguiçosa mesmo kkk.

Eu, modéstia a parte, acho que fica muito boa esta mistura.

Hoje adicionei abobrinha ralada. Dei uma refogadinha nela antes com um pouco de azeite e água pra ela ficar macia..e ficou muito bom.

Ainda pra incrementar coloquei aveia..ficou show!

Brownie de frigideira

Essa receita eu gosto muito e ela dá uma saciedade incrível. Fora que vc fica mais alegre depois de comer um “docinho desses”.

Eu peguei a receita no Blog da Cris Caleffi, veja a receita dela:

Ingredientes:
1 ovo (tiro a pele da gema)
3 col. sopa de goma de tapioca
1 col. sopa de cacau em pó
1 col. sopa de adoçante culinário (ela usa o Stévia)
1 col. sopa de achocolatado sem açúcar (usa o Línea)
1 col. sob. de farinha de chia ou  farinha de linhaça ou qualquer outra farinha funcional
Gotas de essência de baunilha (opcional)
3 quadradinhos de chocolate 70 %.

Modo de preparo:
Misturar tudo mexendo bem com um garfo. Vai ficar uma massa bem consistente. Acomode a massa numa frigideira pequena teflon (se quiser, unte com óleo de coco e tire o excesso com papel toalha) esconda no meio da massa os pedacinhos de chocolate. Leve ao fogo baixo.
Quando desgrudar, vire.
Aguarde até soltar do fundo e pronto.

Cobertura feita com o mesmo chocolate 70% derretido e castanhas pra decorar.
Corte em quadradinhos e está pronto para servir!

Aí resolvi fazer, pois é fácil e fica uma delícia, pena que a foto não ficou das melhores:

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Eu usei farinha de côco e chocolate 70% da Cacau Show

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Essa “adaptação” aí é somente a crepioca de chocolate ou seja:

1 ovo
3 colheres de tapioca (eu vou no olhometro)
1 colher de cacau em pó
1 colhe de achocolatado sem açúcar -eu uso menos de uma colher / Gold
Chia

Essa aí da foto está mais gorda, pois eu coloquei um pouco de calda Hershey´s em cima.. mas tem que usar com moderação. Nas minhas receitas eu não uso o adoçante culinário.

Eu amo esse tipo de receita…tudo fácil e prático.

Quem fizer conta como ficou!!

 

 

Dailus

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Esse final de semana passei na perfumaria e encontrei vários produtos da marca Dailus. Sempre via as meninas dos canais de maquiagem comentando sobre pincéis e eu não sabia q eles têm outras coisas também. Um produto que eu resolvi experimentar foi o lenço demaquilante, pois é muito prático para tirar a maquiagem do dia a dia.

Ele é 3 em 1: Limpa, hidrata e suaviza. Tem vitamina E, Aloe Vera e Ginseng.

Confesso que achei o cheiro dele meio forte, mas isso é compensado pelo o que ele faz. Além de tirar muito bem o make, o rosto fica bem suave e não fica melecado. Ou seja tirou já pode passar o creme pra dormir, ou só ir dormir direto.. achei fantástico!

Eu adorei a cor da embalagem, e mais ainda.. amei o preço! Esses lenços eu estou usando muito, ainda mais pra levar na bolsa, é muito prático.

Só hoje entrei no site deles e vi que tem muita coisa, coisas lindas! Então agora já virei fã desses lencinhos, vou usar e recomendar.

Agora só falta eu ficar craque em maquiagem pra usar muito o pincel!